Polícia Federal (PF) desarticula organização criminosa que fraudava licitações em Macaparana, Recife, Olinda, Tamandaré, Bonito, Floresta e Tacaratu
A Polícia Federal, juntamente com a Controladoria Geral da União (CGU) e o Conselho
Administrativo de Defesa Econômica (CADE), desencadeou hoje (10) a operação Invictus*. Objetivo é
desarticular uma associação criminosa composta por empresários do ramo de livraria e papelaria que
formaram um cartel para fraudar licitações realizadas em Pernambuco, relacionadas principalmente
a programas do Governo Federal das áreas de educação e assistência social.
Foram cumpridos 15 Mandados de Busca e Apreensão, bem como 8 intimações. A operação conta
com um efetivo de 84 Policiais Federais, 08 servidores da Controladoria Geral da União e 11 do
Conselho Administrativo de Defesa Econômica. As buscas e apreensões foram realizadas nos
municípios de Recife, Olinda, Tamandaré, Macaparana, Bonito, Floresta e Tacaratu. Os alvos das
buscas são residências de indivíduos, 4 empresas, 5 prefeituras e 1 escritório de contabilidade.
As investigações começaram no ano de 2011 através de denúncias chegadas a Polícia Federal, que
instaurou inquérito com o objetivo de investigar as irregularidades. Através de perícias, constatou‐
se um sobrepreço que varia de 5% a 88% nos contratos analisados até o momento. Há indícios
também de falsificação de notas fiscais.
Por enquanto as investigações não apontam o envolvimento dos gestores das respectivas
Prefeituras e os prejuízos aos cofres públicos ainda estão sendo contabilizados. Todo o material
apreendido será encaminhado para a sede da Polícia Federal em Recife e passará por análise e
perícia técnica a fim de subsidiar as investigações.
Além disto, os empresários envolvidos nas fraudes estão proibidos pela Justiça Federal de firmar
contratos com órgãos públicos, e terão bens sequestrados visando à reparação do prejuízo causado
a esses mesmos órgãos. Eles foram indiciados pelos crimes de formação de cartel, fraudes em
procedimentos licitatórios, desvios de verbas públicas e associação criminosa.
*O nome da operação é uma alusão ao fato de dificilmente as empresas do grupo serem derrotadas
nas licitações das quais participam.
Timbaúba Agora com informações da assessoria da PF
Administrativo de Defesa Econômica (CADE), desencadeou hoje (10) a operação Invictus*. Objetivo é
desarticular uma associação criminosa composta por empresários do ramo de livraria e papelaria que
formaram um cartel para fraudar licitações realizadas em Pernambuco, relacionadas principalmente
a programas do Governo Federal das áreas de educação e assistência social.
Foram cumpridos 15 Mandados de Busca e Apreensão, bem como 8 intimações. A operação conta
com um efetivo de 84 Policiais Federais, 08 servidores da Controladoria Geral da União e 11 do
Conselho Administrativo de Defesa Econômica. As buscas e apreensões foram realizadas nos
municípios de Recife, Olinda, Tamandaré, Macaparana, Bonito, Floresta e Tacaratu. Os alvos das
buscas são residências de indivíduos, 4 empresas, 5 prefeituras e 1 escritório de contabilidade.
As investigações começaram no ano de 2011 através de denúncias chegadas a Polícia Federal, que
instaurou inquérito com o objetivo de investigar as irregularidades. Através de perícias, constatou‐
se um sobrepreço que varia de 5% a 88% nos contratos analisados até o momento. Há indícios
também de falsificação de notas fiscais.
Por enquanto as investigações não apontam o envolvimento dos gestores das respectivas
Prefeituras e os prejuízos aos cofres públicos ainda estão sendo contabilizados. Todo o material
apreendido será encaminhado para a sede da Polícia Federal em Recife e passará por análise e
perícia técnica a fim de subsidiar as investigações.
Além disto, os empresários envolvidos nas fraudes estão proibidos pela Justiça Federal de firmar
contratos com órgãos públicos, e terão bens sequestrados visando à reparação do prejuízo causado
a esses mesmos órgãos. Eles foram indiciados pelos crimes de formação de cartel, fraudes em
procedimentos licitatórios, desvios de verbas públicas e associação criminosa.
*O nome da operação é uma alusão ao fato de dificilmente as empresas do grupo serem derrotadas
nas licitações das quais participam.
Timbaúba Agora com informações da assessoria da PF
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